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CHAPA 2 responde: Afinal, que sindicato queremos?

Nós, servidores públicos, merecemos 2016-08-17-06-31-19e precisamos de um sindicato limpo, livre de fraudes e sem desvios, que
represente os interesses dos trabalhadores e não de partidos e governos de plantão.

Não precisamos de um sindicato atrelado à CUT e centrais sindicais pelegas e governistas, que viva de imposto sindical, e não precisamos de direção que tome posicionamentos políticos em defesa de governo sem sequer consultar a categoria. Continuar lendo CHAPA 2 responde: Afinal, que sindicato queremos?

08 de dezembro, quinta-feira: dia de acabar com os golpes, as fraudes e o autoritarismo em nosso Sindserv

Nesta quinta-feira, os serv2016-02-03-17-38-08idores públicos de São Bernardo do Campo terão uma tarefa histórica: enfrentar todas as dificuldades impostas pelo esquema de eleição estabelecido pela CUT e sua chapa governista e votar pela mudança, fazendo justiça à decisão soberana da categoria que já no primeiro pleito elegeu a CHAPA 2.

Porém, votar novamente e mais uma vez na CHAPA 2 não se trata apenas de fazer justiça nem de reafirmar o desejo de mudança; se trata acima de tudo de livrar nosso sindicato das amarras de governos, partidos e centrais sindicais pelegas e governistas, retomando-o para o controle dos servidores; se trata de juntos transformarmos nosso sindicato em uma ferramenta de luta e de organização de todos os servidores públicos em defesa de nossas conquistas, contra os duros ataques aos nossos direitos e contra o desmonte do serviço público. Continuar lendo 08 de dezembro, quinta-feira: dia de acabar com os golpes, as fraudes e o autoritarismo em nosso Sindserv

“Todas as pontes que você queima”…

http://olhares.uol.com.br/-foto1591252.html

http://olhares.uol.com.br/-foto1591252.html

All the bridges that you burn
Come back one day to haunt you

(Tracy Chapman)

Estava triste. Até que li o jornal da chapatrão. As mentiras e calúnias de sempre estão lá, estampadas. Estão estampadas também, na cara larga, as contradições e as distâncias abissais entre o que dizem fazer, entre o que propõem e entre o que efetivamente fazem e fizeram.

Obviamente nada disso é motivo para estar feliz; afinal, se escrevem umas coisas estapafúrdias como as ali contidas, imagino o que dizem à boca pequena, falando diretamente a ouvidos desprevenidos ou escrevendo  a olhos incautos, em grupos que não participo.

Na verdade, eu sei o que dizem e o que escrevem. E muito do que inventam não vale a pena responder ou se preocupar em desmentir, ainda sob o risco de alguns, por boa fé ou ingenuidade, acreditarem.

Crenças são assim mesmo, mobilizam emoções e sentimentos, geram até mesmo medo e ódio do que se julga conhecer, mas não se sabe realmente até se certificar da veracidade do que inescrupulosamente afirmam…

Dias atrás alguém que não me conhecia (e por lógica nem eu esse alguém) me disse: “Eu te conheço de outros carnavais“. E eu quase que pensei que o porre que eu havia tomado devia ter sido homérico, porque não lembrava da pessoa nem lembrava de ter ido a algum carnaval nos últimos 25 anos.

O bacana é que após um tempo de uma DR entre dois recém-conhecidos, a pessoa disse: “poxa, eu devia ter conversado diretamente com você antes”…

O lamentável é que, limitados pelas desigualdades reiteradamente impostas nas eleições do sindicato, não tenho (nós da chapa 2 não temos) condição de conversar pessoalmente com tantas outras pessoas que possam também acreditar que me (nos) conheçam de “outros carnavais”…

Não nos cabe julgar quem (por descuido ?) acredita em calúnias, em informações distorcidas ou difamações. O importante é saber, como diz o velho ditado popular: quem semeia vento colhe tempestade.

E a tempestade das desilusões após o ser humano se defrontar com as verdades dos fatos é exponencialmente proporcional aos ventos da mentira soprados nos ouvidos dos de boa fé, porque quem tem boa fé age por boa fé, é boa gente, ainda que pela influência das invencionices ouvidas possa por vezes tomar decisões equivocadas, agir por engano e, sem saber, contra si mesmo.

Faz parte.

Aprendi uma coisa simples e verdadeira nesta caminhada: as pessoas precisam fazer suas experiências para, quem sabe, aprender com elas.

E esse “quem sabe”, esse terreno rico de possibilidades, é um risco que vale a pena correr, porque respeita o tempo, o ritmo e até mesmo as limitações das pessoas, deixando o caminho, as portas e as janelas abertas para que a qualquer tempo trilhem, entrem ou apenas espiem, se assim desejarem, se assim decidirem…

É por isso que não convém o tempo todo ficar lembrando às pessoas a célebre constatação de Marx: “se a aparência correspondesse à essência, a ciência seria desnecessária” (em português claro: nem tudo é como a gente pensa que é só porque nos disseram).

Ainda que de fato para conhecer seja necessário ter uma atitude radical, isto é, ir às raízes, à origem, consultar diretamente a fonte… Às vezes é mais educativo, embora possa vir à ser uma experiência dolorosa, deixar as pessoas testarem, tentarem…

Eu estava triste. Até que li o jornal da chapatrão… É que, ao escreverem suas invencionices estapafúrdias para tentarem enganar os colegas e espezinharem nossa paciência, me deram essa alegria da reflexão e deixaram um lastro de pólvora que, ahhhh, será bonito de ver quando as luzes acenderem!!!

 Oxalá acenderão!

M.S.

 

As coisas mudam quando você muda! Pois “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”!

2016-08-17-06-31-19VOTAR NA CHAPA 2 EM DEFESA DA CATEGORIA

“São tão fortes as coisas/ mas eu não sou as coisas/ e me revolto” (Carlos Drummond de Andrade)

Precisamos dar um basta às “armações ilimitadas” da chapa cutista! Não podemos abaixar a cabeça e aceitar calados! Exigimos da junta governativa, da comissão eleitoral (e da justiça se for preciso) que as urnas passem nos locais de trabalho e em horários que os filiados estão trabalhando! Continuar lendo As coisas mudam quando você muda! Pois “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”!

Só a mobilização da categoria pode acabar com as armações ilimitadas da chapa da CUT

20151023_022035000_iosIMPORTANTE VITÓRIA DA CATEGORIA: A DESTITUIÇÃO DE CHAGAS E SUA TURMA

Após conduzir três eleições cometendo todo tipo de manobras, truculências e não respeitar a decisão soberana do funcionalismo que elegeu a CHAPA 2, Chagas e sua turma foram DESTITUÍDOS da direção do sindicato. Segundo o juiz que botou para fora a diretoria golpista,  mesmo que ainda não haja prova cabal nos autos para demonstrar que as fraudes verificadas no 3º pleito tiveram origem na Chapa 1, há prova bastante de que as nulidades havidas nos pleitos anteriores foram causadas por condutas praticadas pela atual diretoria“. Continuar lendo Só a mobilização da categoria pode acabar com as armações ilimitadas da chapa da CUT