Arquivo da categoria: Educação

Manifesto: Somos Todos Educadores!

Do blogue Somos Todos Educadores

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Professor, membro da equipe gestora, auxiliar em educação, oficial de escola, inspetor de alunos, porteiro, zelador escolar, auxiliar de limpeza, cozinheiro, profissional das equipes técnicas (orientador pedagógico, fono, psico, fisio etc)… Todos que trabalhamos nas escolas, envolvidos diretamente no processo de ensino ou em seu apoio e viabilização, somos responsáveis pela qualidade da educação das crianças, jovens e adultos usuários das redes de ensino.

Na efetivação do trabalho dos professores, das professoras, viabilizado e apoiado pelos demais trabalhadores e trabalhadoras da educação escolar, o ensino se concretiza; mais que isso, o processo educativo se complementa na relação e nos cuidados que cada profissional da educação estabelece entre si, com as famílias e com os educandos.

Ensinar, educar e cuidar são indissociáveis, pois fazem parte de um mesmo processo, que é o da formação dos seres humanos para a vida em sociedade. Neste sentido, independente do nosso cargo, no trabalho escolar exercemos função inerentemente educativa.

SOMOS TODOS EDUCADORES – e como educadores que somos, comprometidos com a qualidade da educação, lutamos por melhores condições de trabalho e de aprendizagem, pelo direito de todos à valorização profissional, à salários dignos e condizentes com nossas responsabilidades educativas, à formação em serviço, por planos de carreira que possibilitem concretamente a todos educadores, a todas educadoras, evolução funcional e salarial.

Este espaço virtual se apresenta como uma ferramenta dessa luta, contra o processo de desmonte da educação pública levado à cabo pelos governos federal, estaduais e municipais que ano após ano diminuem os investimentos em educação, impõem retrocessos aos currículos, retiram direitos dos trabalhadores, privatizam e terceirizam o serviço público.

NENHUM PROFISSIONAL FORA! NENHUM DIREITO A MENOS! SOMOS TODOS EDUCADORES!!

8 Dicas para estimular seu filho em casa

Diário da Inclusão Social (https://diariodainclusaosocial.com) é um blog que recomendo a pais, mães, educadores e todos que queiram saber mais sobre as questões da inclusão em nossa sociedade. A partir de experiências concretas vividas em família e pelos conhecimentos adquiridos destas experiências, de pesquisas e leituras, Talita, Luciene e Maria de Lourdes vão nos apresentando um mundo de possibilidades na educação e convivência com seres humanos com necessidades especiais, de tal maneira que passamos a compreender não como “deficiência”, mas sim como características e singularidades humanas as diferenças no jeito de ser, pensar e conviver de cada ser humano.

Diário da Inclusão Social

Estimular nossos filhos é um processo diário e continuo…. Que faz toda a diferença para a sua qualidade de vida e o para o sucesso de seu desenvolvimento! E este  não precisa ser um processo maçante e cansativo, pelo contrário: pode e deve ser muito prazeroso para todos os envolvidos, até porque quanto mais envolvente, mais significativo!

Passo agora a compartilhar com vocês algumas atividades e brincadeiras que eu e o Caique gostamos muito de fazer em casa. Confiram!

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“Caminhando com Tim Tim” e a importância de proporcionar liberdade para as crianças

Vídeo sobre um dia de uma criança gaúcha foi visto mais de 450 mil vezes nas redes sociais.

Todos os dias, o menino Valentim caminha até a casa da avó. O olhar vivo, o passo firme e o enorme carisma perante os outros moradores de Porto Alegre fazem com que o garoto de apenas um ano e cinco meses pareça um ilustre e antigo conhecido da região.

O trajeto, de apenas duas quadras, foi registrado em vídeo pelos pais da criança e alcançou sucesso ao mostrar Valentim conquistando seu espaço no mundo, sem medo de explorar a cidade em que vive, sem receio de cumprimentar as pessoas e distribuir sorrisos que alegram – mesmo que por pouco tempo – o dia daqueles que o recebem.

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Acesse o texto completo! O vídeo é imperdível…

Fonte: “Caminhando com Tim Tim” e a importância de proporcionar liberdade para as crianças – Portal Aprendiz

Capitalismo e expressão corporal

BLOG PEDRA LASCADA

Nota da Pedra Lascada: O presente artigo (constituinte de um dos trabalhos do curso de Pós-Graduação em Ed. Infantil) esboça alguns pensamentos suscitados pela observação de uma apresentação (La Nouba) do famoso Cirque Du Soleil. Certamente carece de aprofundamento e maiores argumentações, mas pode servir como um disparador de novas reflexões, favoráveis ou contrárias, que sejam. Ao elaborá-lo, tomei a liberdade de utilizar um relato (também trabalho da Pós) de uma colega educadora em SBC, Marcleide Pilar – relato que considero de uma profunda sensibilidade e humanidade. [M.S]

“Esta lona furada/ – parece que ninguém/ lhe dá nada!… – /Já viveu histórias e loucuras,/ Sonhos que passaram,/ Tantas aventuras./ Abrigavam os homens/ Mais fortes,/ Muitos enfrentando a morte/ E embalava as noites/ Com modinhas/ e mulheres a bailar/ (…) Sei que ninguém acredita/ Que, mesmo rasgada, é bonita./ É só reparar e não ter pressa/ A lona é como um…

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No apagar das luzes “PEC da morte” é aprovada em primeiro turno

Sob brutal repressão aos manifestantes que protestavam contra a PEC 55, nesta terça-feira, já quase de madrugada, senadores aprovaram em primeiro turno a PEC 55.

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Imagem extraída de: http://www.cidadaniaativa.com/pec-241-a-pec-da-morte

Para quem ainda não entendeu a dimensão da tragédia que se anuncia, aqui vão uns dados

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Recesso escolar para auxiliar de limpeza e demais educadores deve ser direito e não moeda de troca em época de eleições!

Slide2Nós da CHAPA  2  consideramos que todos os trabalhadores nas escolas, independente do cargo, desempenham função educativa, e por isso não apenas merecem como precisam ser devidamente valorizados, precisam ter direitos iguais aos dos demais profissionais que atuam na Educação.

Foi com base no princípio “SOMOS TODOS EDUCADORES” e sob o lema “NENHUM PROFISSIONAL FORA, NENHUM DIREITO A MENOS”, que de 2010 a 2013  ajudamos a organizar mais de 9000 trabalhadores em educação na construção da proposta de Estatuto dos Profissionais da Educação, contemplando profissionais de todos os cargos, incluindo os auxiliares de limpeza, para garantir como direito, e não como favor:  formação em serviço, progressão na carreira, evolução salarial, processo de remoção com critérios justos e objetivos, acesso aos cargos por concurso público e, entre outras coisas, recesso escolar de verdade, sem ter que trabalhar horas a mais para compensar.

Com a conivência e omissão da direção do sindicato que fomentou a divisão entre diferentes segmentos da educação, o governo desrespeitou o processo democrático e impôs um projeto de estatuto antieducação e antitrabalhador, cujas consequências caóticas os profissionais da educação sofrem dia após dia.

 A chapa 1 vem fazendo uma propaganda enganosa a respeito do recesso para os auxiliares de limpeza, alardeando como conquista um concessão que o governo dá quando interessa a ele (geralmente em anos eleitorais) para favorecer a sua imagem e a imagem de seus parceiros no sindicato.

A chapa 1 nunca lutou para que essa concessão do recesso escolar se torne um direito, deixando os trabalhadores reféns das vontades do prefeito!

NOSSA LUTA É PELA IGUALDADE DE DIREITOS ENTRE TODOS OS TRABALHADORES!

JUNTOS VAMOS LUTAR PARA QUE TEMPO DE DESCANSO, FORMAÇÃO EM SERVIÇO, EVOLUÇÃO FUNCIONAL, MELHORIAS NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E DE SALÁRIO… SEJAM DIREITOS GARANTIDOS LEGALMENTE PARA TODOS OS SERVIDORES, PARA QUE NENHUM GOVERNO OU DIREÇÃO SINDICAL TORNE OS TRABALHADORES REFÉNS DE SEUS CAPRICHOS.

 CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA

https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com/

oposicaounificada.sbc@gmail.com

 

CARTA AO PÚBLICO: PROCESSO REMOÇÃO 2015/2016

O processo de remoção dos oficiais de escola, inspetores e auxiliares de educação parece transcorrer dentro do esperado, no prazo e de acordo com critérios e normas estabelecidas pela comissão de remoção, a qual é composta por vários oficiais de escola que, por designação, exercem na administração da SE cargo de chefia, alguns no segmento administrativo de Recursos Humanos, mas nem tudo é como parece.

Os oficiais de escola estão muito indignados, com a forma como foram estabelecidos os critérios para sua primeira remoção que, por força do Estatuto e Plano de Carreira dos Profissionais da Educação de São Bernardo do Campo, se faz obrigatória para todos os cargos citados acima.

Em 28/09/2015, um grupo composto de quatorze oficiais de escola conseguiu uma reunião com o Sr Secretário da Educação Sr. Paulo Dias, onde entregaram em mãos um abaixo-assinado contendo 219 assinaturas e mais 7 petições individuais, solicitando a disponibilidade das vagas existentes nas dependências da Secretaria de Educação, à exceção dos cargos comissionados e técnicos, para processo de remoção 2015/2016, considerando que estas vagas, até a presente data, estão ocupadas por oficiais de escola e a disponibilização das mesmas no processo apenas oficializará a situação atual, além de aumentar a oferta de vagas possibilitando a titularidade aos seus ocupantes futuros. Esta solicitação baseia-se no artigo 18, Seção II, capítulo VI e também no anexo VI – das Competências/ atribuições do Estatuto e Plano de Carreira dos Profissionais da Educação de São Bernardo do Campo e visa garantir o direito de igualdade de escolhas a todos, conforme reza a nossa constituição no princípio de isonomia, também conhecido como o princípio da igualdade.

Ocorre que de acordo com os critérios estabelecidos no edital de remoção e o número de vagas divulgadas na grade de vagas do processo, os oficiais de escola hoje lotados na SE, terão oportunidade de escolher escolas para sua titularidade e terão a possibilidade de, a bem do serviço, serem designados para exercerem suas funções no espaço ou dependências da SE, portanto, conseguirão sua titularidade em uma unidade escolar e exercerão suas atividades profissionais em outro espaço, enquanto os oficiais que hoje são lotados nas unidades escolares terão unicamente oportunidade de escolher escolas para a sua titularidade, não podendo exercer suas atividades em outro espaço, fato este que fere o principio da igualdade. Lembrando que todos são concursados e possuem aptidão, potencial profissional e intelectual, necessários para o exercício das funções correlatas ao cargo de oficial de escola em qualquer estabelecimento de ensino da rede publica municipal.

Os oficiais lotados na SE representam aproximadamente 1/3 das vagas disponibilizadas na grade vagas do processo de remoção, e como muitos deles são funcionários antigos da rede, logo conforme o Edital de remoção serão os primeiros a escolher, isto impossibilitará que grandes números de oficiais de escola em exercício de suas funções nas unidades escolares consigam sua titularidade na escola em que atua. Isto também prejudicará o bom andamento das unidades que terão o seu quadro administrativo alterado a cada 2 anos, pois nelas irão atuar funcionários designados sem titularidade, enquanto os oficiais de escola titulares destas vagas estiverem designados para trabalhar na SE.

A aprovação da nossa reivindicação permitirá que um número maior de profissionais que atuam há anos a serviço da Educação de São Bernardo do Campo e possuem suas vidas estruturadas com base no local onde atuam, possam adquirir titularidade no local de seu interesse, garantindo que todos possam concorrer de forma igualitária a todos os postos de trabalho de acordo com os critérios e condições estabelecidas no Estatuto.

Até o momento os representantes no abaixo assinado dos oficiais de escola não receberam nenhum parecer por parte do Sr. Secretário de Educação, embora já estejamos no meio do processo de remoção.

É lamentável, que os critérios para remoção estabelecidos no edital foram pensados de forma unilateral, não garantindo a igualdade direito de escolha para todos e impondo a todos o dever de escolher, ou seja, vai em detrimento do direito dos oficiais de escola que atuam nas unidades escolares, já que estes não terão direito a titularidade nos espaços da Secretaria de Educação onde, atuam aproximadamente 120 oficiais de escola, já esses em contrapartida, concorrerão às vagas das unidades escolares. (E não atuarão como titulares nas unidades escolares porque serão designados para atuar na SE).

Também se questiona, em muito, a forma com que foram estabelecidos no Edital de Remoção, os critérios para priorizar a escolha dos oficiais de escola dos concursos de 2002 e 2006, que na época, se inscreveram e concorreram por área de abrangência. O Edital diz que será obedecendo à ordem cronológica dos concursos e a classificação nos concursos, sendo que, para desempate de nota de classificação será considerada a data de admissão no cargo. O que também não parece justo, já que estes oficiais concorreram, na época do concurso, com diferentes quantidades de candidatos e em área de abrangência diferentes, portanto, sua nota de classificação não representa o seu real desempenho no concurso, e se comparado com outro candidato que concorreu em outra área de abrangência. (área de abrangência era considerada como concursos diferentes).

Neste processo, falta transparência em alguns pontos, após os recursos por parte dos oficiais foram divulgadas no portal a data de admissão dos oficiais de escola admitidos por meio dos concursos de 2002 e 2006, já que é este o critério de desempate, porém, estranhamente as datas de admissão dos oficiais admitidos por meio dos concursos de 1998, de 2010 e 2014 no foram divulgadas para dar real transparência ao processo.

Também, muitos reclamam de que existem escolas que tiveram atividades no ano de 2015, porém, suas vagas não foram ofertadas no processo de remoção, a comissão de remoção não publicou os motivos, gerando omissão de informação. Será que essas escolas não terão atividades para 2016? Ou,….será que estas vagas estão sendo ocupadas por outros profissionais atualmente? A transparência se faz necessária, para que possamos saber se temos ou não direito a estas vagas.

Há quem diga que existem unidades escolares, em que um oficial administrativo, exerce suas funções na secretaria da escola, cargo este que deveria ser ocupado por um oficial de escola, conforme reza no Estatuto no artigo18 e no Anexo VI.

Obscura, também está a questão da forma como será feita a transição. A data marcada para início está definida para 01/02/2016, porém, a transição será realizada gradualmente, sob orientação da SE.

Ora, veja a situação do trabalhador, que pensava ter suas vidas e de suas famílias estabelecidas no entorno do local do nosso trabalho e conforme os horários de seu trabalho, e agora, sequer sabem se serão transferidos no dia 01/02 ou se isto ocorrerá em outra data qualquer para a qual não terão como programar suas vidas, os horários de escola seus filhos, e etc., visto que alguns sofrerão mudanças de horário de trabalho do dia, para tarde e noite, além de mudanças gigantescas de localidade de trabalho.

Há muita indignação por parte dos oficiais de escola, que são pessoas de perfil dócil, prestativo e servil, que agora se veem na necessidade de lutar pelo seu direito e que necessitam urgentemente  do apoio jurídico do sindicato dos funcionários públicos de São Bernardo do Campo. Porém, mais uma vez, em 13/10/2015, em contato com o sindicato para pedir apoio e orientação jurídica  e o mesmo não se mostrou solicito em nos representar juridicamente, e um dos diretores ainda afirmou desconhecer a situação da remoção dos auxiliares, inspetores e oficiais de escola, preferiu permanecer omisso como o foi até este momento no processo de remoção,  apesar dos apelos.

Até aqui falamos alguns pontos difíceis dos oficiais de escola, sem falar das dificuldades dos inspetores de alunos e dos auxiliares de educação.

São Bernardo do Campo, 14 de outubro de 2015

Oficiais de Escola da Rede Pública de São Bernardo do Campo

Trabalhar de preto…

Sobre trabalhar de preto em apoio aos professores espancados pelo governo do psdb do Paraná e em apoio pelos professores desprezados e tripudiados pelo governo do psdb de São Paulo: é fato que concretamente não muda nada. Mas os caminhos que trilham a construção das consciências, citando e parafraseando livremente Michael Apple, passa pela disputa política no campo do simbólico. Pode concretamente a curto e médio prazo não mudar nada, mas tem um poder de mudança cultural a longo prazo. Ainda mais quando se vestem de preto em solidariedade profissionais que não são nem da mesma categoria.