Sobre parasitas e vermes

Senta que lá vem textão.

Entre mais de 40 servidores públicos que cumpriram suas 30, 40 horas semanais, na sexta-feira, 07 de fevereiro, este ser que aqui escreve chegou às 8h da manhã e trabalhou até 22h30 em razão de ajustes que precisaram ser feitos em alguns locais do prédio da escola para dificultar a entrada de ladrões.

Foi uma situação de exceção, sim. Assim como foi excepcional na quinta e na quarta desta semana, e na quinta da semana passada – dias que tive de chegar antes do meu horário de entrada em razão das invasões.

Porém, quem trabalha nas gestões de escolas bem sabe que, independente destas ocorrências pontuais, por mais que planejemos a rotina, no cotidiano o inusitado e o imprevisto são constantes – temos hora para chegar e não temos hora para sair (não porque oficialmente não há horas para sair, mas porque frequentemente acontecem situações que demandam nossa permanência além do horário regular).

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La-Marca

De repente estamos mortos…
O pão
que a gente come
A água
que a gente bebe
tem
o
doce
veneno
do
sistema



A revista
que a gente lê
O programa
que assistimos
A mulher nua
na tv
tem
o
doce
veneno
do
sistema


.


De repente vemos as crianças
elas estão sujas
tristes
sem o pão
sem a água
que a gente bebe
Elas são
o produto
do sistema

podre
porco
putrefato
de fato
que esse sistema se afogue em seu
próprio vômito


.


De repente, o cara está aí novamente
mal encarado
o cara dá
a cara
(a nossa cara!)
pro tapa
de outro cara
descarado



que esse cara
que vende a nossa casa
também se afogue em seu
próprio vômito
.

[M.S.]