Como se construiu o golpe da direção do sindicato e sua chapa 1 contra os trabalhadores – Parte 1

Do Blog da Oposição Unificada

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

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PARTE 1 – A FALSA NEUTRALIDADE E A FARSA DA DEMOCRACIA NA COMISSÃO ELEITORAL

  1. A Comissão Eleitoral não era “neutra”: foi toda indicada pela chapa 1.O trecho acima refere-se à assembleia de eleição da Comissão Eleitoral, do dia 19 de agosto. Nesta assembleia, buscando garantir democracia na condução do processo eleitoral, a CHAPA 2 propôs composição proporcional na Comissão Eleitoral. A Representante da CHAPA 1 e atual Secretária Geral do Sindserv propôs voto em bloco, o que levou à constituição da Comissão Eleitoral somente com indicados da CHAPA 1.

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_1

2. Não foi concedida para a representante da CHAPA 2 a lista de presença da assembleia de eleição da Comissão Eleitoral. Com havia no recinto da assembleia pessoas estranhas à categoria, queríamos verificar se todos os presentes cumpriam o requisito para participação na assembleia. Por que será que não nos deram nem vistas à lista? Quem não deve não teme!

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_3

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3.A direção do sindicato e sua chapa tentam enganar a categoria quando sugerem que as decisões da Comissão Eleitoral teriam contado com a aprovação de nossa representante, e omitem que a CHAPA 2 sempre manifestou suas discordâncias de todos os atos e procedimentos considerados arbitrários e ilegais, solicitando o registro em ata, porém nem sempre sendo atendida. A verdade é que a representante da CHAPA 2 não possuía poder de decisão na Comissão Eleitoral. Pior que isso, as manifestações da CHAPA 2 junto à Comissão Eleitoral eram censuradas nas atas.

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_2

Assembleia no Sindserv hoje, 18h

Bom dia!
Hoje às 18h tem assembleia no sindicato. Mais uma vez o horário e dia escolhido dificulta a participação de grande parte do funcionalismo. Correm notícias de que estão telefonando para aposentados e apoiadores da chapa derrotada para estarem a partir das 17h no sindicato, numa reedição da primeira assembleia que elegeu a comissão eleitoral indicada pela chapa 1, e à semelhança do que fez o governo na votação do estatuto. Prática típica dos que, no intuito de usurpar uma direção que perderam no voto, costumam golpear o processo democrático. A organização e a unidade dos servidores públicos é fundamental para mais uma vez impor uma derrota à direção governista e garantir o respeito à decisão democrática dos trabalhadores que elegeram a CHAPA 2. Contamos com você na assembleia. Se possível chegue antes das 18h, se não puder, lembre que a segunda chamada é às 18h30.

TODOS À ASSEMBLEIA TERÇA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO, ÀS 18H, CONTRA O GOLPE DA CHAPA 1 E DA DIREÇÃO GOVERNISTA

Dando continuidade ao golpe contra os servidores públicos, a direção do Sindserv  publicou edital de novas eleições, com convocação para assembleia geral para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h.

Não vamos aceitar a continuidade do golpe! No entanto, enquanto o processo corre na justiça, precisamos garantir a eleição de uma comissão eleitoral livre da influência da chapa 1.

É preciso transformar a nossa indignação em ação coletiva!

É necessário que cada servidor público que foi golpeado pelas costas com a anulação da eleição ajude na mobilização contra o golpe, imprimindo o abaixo-assinado e recolhendo assinaturas nos diversos setores do funcionalismo!

Precisamos que todos compareçam às 18h da próxima terça-feira na assembleia do sindicato para impedir que o golpe  continue!

Participe e ajude a mobilizar os colegas de trabalho.

Nesta assembleia, que é parte da continuidade do golpe da direção governista, será eleita uma nova comissão eleitoral. Enquanto a justiça não decidir nossos recursos, precisamos garantir que a nova comissão eleitoral seja eleita livre da influência da chapa marinheira!

Daqui para frente nossa mobilização será primordial para a garantia da decisão democrática da categoria!

Chapa 1 dá golpe e impugna eleição do Sindserv; Chapa 2 acionará justiça para fazer valer vontade da base

Do sítio da CSP-Conlutas

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A eleição que deu a vitória para a Chapa 2, apoiada pela CSP-Conlutas, para a diretoria do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo do Campo, foi anulada pela comissão eleitoral, composta pela atual direção e indicadapor membros da Chapa 1.

De acordo com o presidente da Chapa vencedora, Marcelo Siqueira, a atual direção do Sindicato que compôs a Chapa 1, ligada à CUT, faz manobras para tentar deslegitimar a lisura do pleito, com a alegação de fraude nas eleições.

Segundo informações de Siqueira, a eleição foi controlada pela Chapa 1. O presidente da atual gestão, Giovani Chagas, foi coordenador de todo o processo eleitoral, indicando, inclusive, membros de sua confiança para a comissão eleitoral.

As eleições ocorrem nos dias 24 e 25, e em seguida a apuração que deu como vencedora a chapa 2. A Chapa 1 já havia se pronunciado publicamente, com reconhecimento da vitória da chapa 2 como vitoriosa.

No entanto, segundo relata Siqueira, no dia 1 de outubro, parte da comissão eleitoral e a Chapa 1 violaram o estatuto e decidiram por conta própria, sem consultar a chapa 2, abrir  urnas já lacradas, para averiguar possíveis fraudes. A partir aí, passaram a dizer que havia fraude nas assinaturas de algumas pessoas que votaram. “A Chapa 1 pediu vistas do processo eleitoral.  Foi realizada uma reunião com a comissão [composta por cinco pessoas e um representante de cada chapa], e decidiram abrir novamente as urnas, sem consultar o representante da chapa 2, o que é ilegal,”, disse Siqueira.

“Vamos trabalhar para que não haja outra eleição. Se houve alguma fraude, foi a violação de um documento eleitoral”, alertou.

A Chapa 2 vai acionar a justiça para que esse processo de nulidade da eleição seja revertido.

Além disso, um abaixo-assinado também está sendo divulgado entre os trabalhadores.

Os servidores demonstram apoio à Chapa 2 e reconhecem sua vitória, com demonstração de indignação pela impugnação da eleição.

 

Golpe em outras eleições

Segundo Siqueira, essa prática já é corriqueira em eleições em que a CUT é concorrente. “No Sindicato dos Servidores de Maringá (PR), ocorreu a mesma coisa, eles perderam e manobraram para impugnar a eleição. No Sindserv, que é o terceiro maior sindicato de servidores de São Paulo, eles conduziram da mesma forma, não admitem perder e manobram”, salientou.

A CSP-Conlutas segue apoiando a chapa 2, ainda com mais força agora, por se tratar de lutadores e lutadoras que lutam bravamente contra o governo e também contra a burocracia que o defende.

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Fonte: http://cspconlutas.org.br/2015/10/chapa-1-da-golpe-e-impugna-eleicao-do-sindserv-chapa-2-acionara-justica-para-fazer-valer-vontade-da-base/

Nota da CHAPA 2 sobre o golpe dado pela direção cutista do Sindserv, sua chapa e sua comissão eleitoral

Aos Servidores Públicos Municipais de São Bernardo do Campo e demais trabalhadores e entidades comprometidos com a democracia sindical

Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a Comissão Eleitoral que foi indicada pela chapa 1 decidiu anular o resultado das eleições e convocar novas eleições para a direção do Sindserv.

Infelizmente, este ato de covardia contra os servidores públicos e contra a democracia já era mais do que previsto e faz parte de uma prática adotada nacionalmente pela CUT – Central Única dos Trabalhadores, vinculada ao PT, que tem impugnado eleições nos sindicatos em que ela se vê derrotada.

O recurso da chapa 1 à sua comissão eleitoral não poderia ser aceito, pois estava em desacordo com o previsto no estatuto, que estabelece, entre outras coisas, que devem ser anexadas provas ao pedido de impugnação, o que não ocorreu.

É preciso que todos saibam que parte da comissão eleitoral e parte da chapa 1 abriu e manipulou documentação eleitoral que estava sob a sua guarda, na sede do sindicato. Isso tudo sem a presença e sem o conhecimento prévio da representante da CHAPA 2.

Esta ação se constituiu em grave violação da documentação eleitoral! Somente a partir daí é que a chapa governista passou a alegar supostas fraudes e a comissão eleitoral empreendeu vistorias nas listagens que, por força da manipulação indevida, se tornaram viciadas.

Mesmo tendo sido alertada de que estava agindo em desacordo ao Estatuto do Sindserv e sem a devida imparcialidade, a Comissão Eleitoral deu continuidade ao falso processo de diligência, contratando novos advogados e até mesmo um cartorário para tentar dar ares de regularidade ao golpe!

Foram feitas verificações nas listagens de todas as urnas, sem aparente critério para indicação de assinaturas consideradas “inconsistentes”. O máximo que se conseguiu verificar é que existem algumas assinaturas em local errado, e não “falsificação de assinaturas”. Além disso, NÃO HÁ mais votos do que a quantidade de assinaturas.

A Comissão Eleitoral não procurou apurar se as assinaturas eram de pessoas que na hora de assinar erraram de lugar. Pior que isso, agindo a favor dos interesses da chapa 1 que a indicou, tratou de denominar como “fraude” o que pode ser simples erro de assinatura.

É preciso que se diga que tais erros estatutariamente não levam à impugnação nem de urna, muito menos de eleição. Portanto, a decisão da Comissão Eleitoral é uma afronta ao Estatuto do Sindserv, às liberdades sindicais, à democracia e aos servidores públicos municipais.

Ora, o processo eleitoral foi completamente dirigido e controlado pela chapa 1 por meio da direção do sindicato, de sua comissão eleitoral, de seus coordenadores de mesa e mesários. Se algum trabalhador assinou em local errado isso ocorreu sob a responsabilidade exclusiva dos coordenadores de mesa indicados pela comissão eleitoral indicada pela chapa 1, pois os coordenadores de mesa é que foram os responsáveis pela posse, controle das listagens, indicação e conferência das assinaturas.

Se tivesse havido algum tipo de problema na coleta das assinaturas os presidentes de mesa deveriam ter registrado em ata. Ao contrário disso, atestaram que a coleta de votos e de assinaturas ocorreu na mais completa normalidade. Ou seja, asseguraram a lisura do pleito, assim como fizeram a Comissão Eleitoral, o presidente da apuração, o presidente do Sindserv (que é Coordenador do processo eleitoral e candidato à reeleição) e a representante da chapa 1 – ao menos enquanto estavam convictos da sua vitória.

Por meio de boletins e de comunicados via redes sociais, a chapa 1 tenta depreciar a imagem dos membros da CHAPA 2, associando de forma injuriosa a nossa vitória a supostos atos ilícitos. O que a chapa 1 não se conforma é que, ainda com todas as manobras que ela realizou para se reeleger, foi derrotada pela categoria, que de forma legítima e ordeira elegeu a CHAPA 2 para a direção do Sindserv.

Os servidores públicos, que conhecem de longa data as artimanhas da CUT, do PT e dessa direção sindical pelega e governista, não se deixarão enganar pelas calúnias e injúrias de quem não tem o hábito de respeitar decisões democráticas.

Diante de tantos ataques sofridos pelo funcionalismo público, a indignação se faz presente nas manifestações individuais de milhares de trabalhadores. Quanto mais golpes da direção governista, mais apoio e solidariedade recebe a CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA.

Estamos tomando todas as providências possíveis e necessárias para reverter o golpe da direção do sindicato, inclusive as jurídicas. No entanto, ações isoladas são insuficientes para derrotar o golpe da CUT e do PT contra os trabalhadores.

No presente dia, a direção do Sindserv SBC, dando continuidade ao golpe contra os trabalhadores, publicou edital de convocação de novas eleições, com convocação para assembleia geral para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h.

Não vamos aceitar a continuidade do golpe! No entanto, enquanto o processo corre na justiça, precisamos garantir a eleição de uma comissão eleitoral livre da influência da chapa 1.

É preciso transformar a nossa indignação em ação coletiva!

É necessário que cada servidor público que foi golpeado pelas costas com a anulação da eleição ajude na mobilização contra o golpe, imprimindo o abaixo-assinado e recolhendo assinaturas nos diversos setores do funcionalismo!
E ao mesmo tempo ajude a mobilizar todo o funcionalismo para participar da assembleia geral chamada pela direção do sindicato para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h! Nesta assembleia, que é parte da continuidade do golpe da direção governista, será eleita uma nova comissão eleitoral. Enquanto a justiça não decidir nossos recursos, precisamos garantir que a nova comissão eleitoral seja eleita livre da influência da chapa marinheira!

Faça valer o seu desejo de mudança na direção sindical! Além do abaixo assinado e da participaçaõ e mobilização para a assembleia do dia 27 de outubro, compareça às nossas reuniões, compartilhe os informes nas redes sociais, ajude na distribuição dos nossos panfletos, participe de todas as ações propostas.

Daqui para frente nossa mobilização será primordial para a garantia da decisão democrática da categoria!

 

21 de outubro de 2015

CHAPA2

OPOSIÇÃO UNIFICADA: ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA

NADA SERÁ COMO ANTES

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Clique abaixo para acessar o abaixo assinado

ABAIXO-ASSINADO DO RESULTADO ELEITORAL

A Verdade

verdade

A porta da verdade estava aberta
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só conseguia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia os seus fogos.
Era dividida em duas metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era perfeitamente bela.
E era preciso optar. Cada um optou
conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

(Carlos Drummond de Andrade)

verdade

Se você quer mesmo a verdade e a justiça, deixe um pouco de lado a emoção, procure observar melhor o que acontece ao seu redor para não propagar mentiras e não cometer injustiças.

 

Abaixo-assinado: Exigimos que prevaleça o resultado das eleições do Sindserv SBC e a vontade da categoria manifestaa nas urnas!!!

Acesse o abaixo-assinado no link abaixo, imprima-o e recolha assinatura entre os colegas funcionários públicos de SBC. Depois entregue-o diretamente a um membro da Oposição Unificada. Se precisar, entre em contato pelo e-mail oposicaounificada.sbc@gmail.com.

Vamos juntos impedir o golpe da direção governista contra os servidores públicos!

ABAIXO-ASSINADO DO RESULTADO ELEITORAL

ABAIXO-ASSINADO DO RESULTADO ELEITORAL

CARTA AO PÚBLICO: PROCESSO REMOÇÃO 2015/2016

O processo de remoção dos oficiais de escola, inspetores e auxiliares de educação parece transcorrer dentro do esperado, no prazo e de acordo com critérios e normas estabelecidas pela comissão de remoção, a qual é composta por vários oficiais de escola que, por designação, exercem na administração da SE cargo de chefia, alguns no segmento administrativo de Recursos Humanos, mas nem tudo é como parece.

Os oficiais de escola estão muito indignados, com a forma como foram estabelecidos os critérios para sua primeira remoção que, por força do Estatuto e Plano de Carreira dos Profissionais da Educação de São Bernardo do Campo, se faz obrigatória para todos os cargos citados acima.

Em 28/09/2015, um grupo composto de quatorze oficiais de escola conseguiu uma reunião com o Sr Secretário da Educação Sr. Paulo Dias, onde entregaram em mãos um abaixo-assinado contendo 219 assinaturas e mais 7 petições individuais, solicitando a disponibilidade das vagas existentes nas dependências da Secretaria de Educação, à exceção dos cargos comissionados e técnicos, para processo de remoção 2015/2016, considerando que estas vagas, até a presente data, estão ocupadas por oficiais de escola e a disponibilização das mesmas no processo apenas oficializará a situação atual, além de aumentar a oferta de vagas possibilitando a titularidade aos seus ocupantes futuros. Esta solicitação baseia-se no artigo 18, Seção II, capítulo VI e também no anexo VI – das Competências/ atribuições do Estatuto e Plano de Carreira dos Profissionais da Educação de São Bernardo do Campo e visa garantir o direito de igualdade de escolhas a todos, conforme reza a nossa constituição no princípio de isonomia, também conhecido como o princípio da igualdade.

Ocorre que de acordo com os critérios estabelecidos no edital de remoção e o número de vagas divulgadas na grade de vagas do processo, os oficiais de escola hoje lotados na SE, terão oportunidade de escolher escolas para sua titularidade e terão a possibilidade de, a bem do serviço, serem designados para exercerem suas funções no espaço ou dependências da SE, portanto, conseguirão sua titularidade em uma unidade escolar e exercerão suas atividades profissionais em outro espaço, enquanto os oficiais que hoje são lotados nas unidades escolares terão unicamente oportunidade de escolher escolas para a sua titularidade, não podendo exercer suas atividades em outro espaço, fato este que fere o principio da igualdade. Lembrando que todos são concursados e possuem aptidão, potencial profissional e intelectual, necessários para o exercício das funções correlatas ao cargo de oficial de escola em qualquer estabelecimento de ensino da rede publica municipal.

Os oficiais lotados na SE representam aproximadamente 1/3 das vagas disponibilizadas na grade vagas do processo de remoção, e como muitos deles são funcionários antigos da rede, logo conforme o Edital de remoção serão os primeiros a escolher, isto impossibilitará que grandes números de oficiais de escola em exercício de suas funções nas unidades escolares consigam sua titularidade na escola em que atua. Isto também prejudicará o bom andamento das unidades que terão o seu quadro administrativo alterado a cada 2 anos, pois nelas irão atuar funcionários designados sem titularidade, enquanto os oficiais de escola titulares destas vagas estiverem designados para trabalhar na SE.

A aprovação da nossa reivindicação permitirá que um número maior de profissionais que atuam há anos a serviço da Educação de São Bernardo do Campo e possuem suas vidas estruturadas com base no local onde atuam, possam adquirir titularidade no local de seu interesse, garantindo que todos possam concorrer de forma igualitária a todos os postos de trabalho de acordo com os critérios e condições estabelecidas no Estatuto.

Até o momento os representantes no abaixo assinado dos oficiais de escola não receberam nenhum parecer por parte do Sr. Secretário de Educação, embora já estejamos no meio do processo de remoção.

É lamentável, que os critérios para remoção estabelecidos no edital foram pensados de forma unilateral, não garantindo a igualdade direito de escolha para todos e impondo a todos o dever de escolher, ou seja, vai em detrimento do direito dos oficiais de escola que atuam nas unidades escolares, já que estes não terão direito a titularidade nos espaços da Secretaria de Educação onde, atuam aproximadamente 120 oficiais de escola, já esses em contrapartida, concorrerão às vagas das unidades escolares. (E não atuarão como titulares nas unidades escolares porque serão designados para atuar na SE).

Também se questiona, em muito, a forma com que foram estabelecidos no Edital de Remoção, os critérios para priorizar a escolha dos oficiais de escola dos concursos de 2002 e 2006, que na época, se inscreveram e concorreram por área de abrangência. O Edital diz que será obedecendo à ordem cronológica dos concursos e a classificação nos concursos, sendo que, para desempate de nota de classificação será considerada a data de admissão no cargo. O que também não parece justo, já que estes oficiais concorreram, na época do concurso, com diferentes quantidades de candidatos e em área de abrangência diferentes, portanto, sua nota de classificação não representa o seu real desempenho no concurso, e se comparado com outro candidato que concorreu em outra área de abrangência. (área de abrangência era considerada como concursos diferentes).

Neste processo, falta transparência em alguns pontos, após os recursos por parte dos oficiais foram divulgadas no portal a data de admissão dos oficiais de escola admitidos por meio dos concursos de 2002 e 2006, já que é este o critério de desempate, porém, estranhamente as datas de admissão dos oficiais admitidos por meio dos concursos de 1998, de 2010 e 2014 no foram divulgadas para dar real transparência ao processo.

Também, muitos reclamam de que existem escolas que tiveram atividades no ano de 2015, porém, suas vagas não foram ofertadas no processo de remoção, a comissão de remoção não publicou os motivos, gerando omissão de informação. Será que essas escolas não terão atividades para 2016? Ou,….será que estas vagas estão sendo ocupadas por outros profissionais atualmente? A transparência se faz necessária, para que possamos saber se temos ou não direito a estas vagas.

Há quem diga que existem unidades escolares, em que um oficial administrativo, exerce suas funções na secretaria da escola, cargo este que deveria ser ocupado por um oficial de escola, conforme reza no Estatuto no artigo18 e no Anexo VI.

Obscura, também está a questão da forma como será feita a transição. A data marcada para início está definida para 01/02/2016, porém, a transição será realizada gradualmente, sob orientação da SE.

Ora, veja a situação do trabalhador, que pensava ter suas vidas e de suas famílias estabelecidas no entorno do local do nosso trabalho e conforme os horários de seu trabalho, e agora, sequer sabem se serão transferidos no dia 01/02 ou se isto ocorrerá em outra data qualquer para a qual não terão como programar suas vidas, os horários de escola seus filhos, e etc., visto que alguns sofrerão mudanças de horário de trabalho do dia, para tarde e noite, além de mudanças gigantescas de localidade de trabalho.

Há muita indignação por parte dos oficiais de escola, que são pessoas de perfil dócil, prestativo e servil, que agora se veem na necessidade de lutar pelo seu direito e que necessitam urgentemente  do apoio jurídico do sindicato dos funcionários públicos de São Bernardo do Campo. Porém, mais uma vez, em 13/10/2015, em contato com o sindicato para pedir apoio e orientação jurídica  e o mesmo não se mostrou solicito em nos representar juridicamente, e um dos diretores ainda afirmou desconhecer a situação da remoção dos auxiliares, inspetores e oficiais de escola, preferiu permanecer omisso como o foi até este momento no processo de remoção,  apesar dos apelos.

Até aqui falamos alguns pontos difíceis dos oficiais de escola, sem falar das dificuldades dos inspetores de alunos e dos auxiliares de educação.

São Bernardo do Campo, 14 de outubro de 2015

Oficiais de Escola da Rede Pública de São Bernardo do Campo

CHEGA DE GOLPE NO SINDSERV: Entenda como a chapa do Marinho tenta impedir que prevaleça a decisão da categoria que elegeu a CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA

A atual diretoria controlou todo o processo desde o começo: fez uma assembleia para eleição da Comissão Eleitoral na véspera de um feriado, em horário em que a maioria da categoria não consegue participar. Antes das 17h a chapa 1 já havia colocado dezenas de pessoas uniformizadas dentro do espaço da assembleia (ação semelhante ao governo Marinho, no episódio de aprovação de seu projeto de estatuto para a educação). Essas manobras evidenciam a ação da direção para não haver participação dos servidores e para eleger a Comissão Eleitoral indicada pela chapa 1, sem a proporcionalidade proposta pela CHAPA 2.

Ou seja, quem afirma “quem não deve não teme” já começou a eleição temendo que tivesse qualquer membro da CHAPA 2 com direito de voto na comissão eleitoral! A comissão eleitoral não tem nada de “neutra”, pois foi toda indicada pela chapa do Chagas, sendo ele próprio o Coordenador do Processo Eleitoral.

A coleta de votos foi totalmente controlada pela chapa da atual diretoria: sua comissão eleitoral indicou o presidente e um mesário, enquanto a CHAPA 2 pode indicar apenas um mesário, sem poder de decisão. A coleta de votos com urnas itinerantes em locais de grande concentração de funcionários dificultou a participação dos sócios. Somado a isso, o roteiro foi definido pelo presidente indicado por eles, à revelia do roteiro divulgado oficialmente – esta manobra prejudicou a coleta de votos, e muitos trabalhadores tiveram de se dirigir até o sindicato para exercer o seu direito, mas a urna fixa do sindicato foi fechada para horário de almoço, quando vários servidores compareceram para votar.

Na entrega das urnas, os presidentes e mesários indicados pela chapa 1 não apontaram nenhuma ocorrência: a declaração deles registrada em ata é de que o processo ocorreu na mais perfeita ordem e normalidade. As listagens ficaram sob controle exclusivo dos presidentes de mesa indicados pela comissão eleitoral. Todo o material de coleta de votos foi conferido pela Comissão Eleitoral. A Comissão Eleitoral impediu que a CHAPA 2 incluísse em ata as ocorrências apontadas pelos mesários da Oposição Unificada sobre o roteiro das urnas e os locais em que haviam deixado de colher votos. Diante desta proibição autoritária, a CHAPA 2 protocolou seus registros de ocorrências.

A chapa do Chagas não se conforma com a derrota e apela para “golpe-tapetão”!!!

Mesmo diante de todo o controle do processo eleitoral a chapa da atual diretoria perdeu as eleições nas urnas, pois a categoria estava decidida a mudar. E apesar de tanta falta de democracia imposta, a CHAPA 2 seguiu neste processo confiando na força do servidor e na sua vontade de retomar o sindicato para as suas mãos.

A vitória da CHAPA 2 foi referendada pelo próprio Chagas no dia da eleição, registrado em vídeo em que ele diz que o processo eleitoral foi legítimo e deseja uma boa gestão à Oposição Unificada. No dia seguinte Chagas também reconheceu a derrota em vários jornais, como nesta matéria do DGABC: “Com o revés eleitoral, Chagas, filiado ao PT e ligado à GCM (Guarda Civil Municipal), afirmou que o saldo é importante para “fortalecer a democracia e mostrar transparência”. “(Derrota) Faz parte da disputa. Prevaleceu a vontade da maioria (dos servidores)”.

Porém após alguns dias o desespero bateu e, numa atitude completamente parcial, parte da Comissão Eleitoral, entre estes o atual Sr. Presidente, juntamente com o atual diretor de finanças do sindicato e candidato à reeleição, abriu e manipulou materiais da eleição sem a presença e o conhecimento da Representante da CHAPA 2, registrando uma ata onde afirmam haver uma assinatura errada (0,01% dos votos). No dia seguinte, nos comunicaram da apresentação de recurso pedindo a anulação da eleição, apontando, desta feita, duas assinaturas erradas. Agora, a comissão eleitoral indicada pela chapa 1 decidiu fazer “diligência” nas listagens com fins a apurar assinaturas de pessoas que supostamente não teriam votado. ISSO APÓS TEREM ABERTO E MANIPULADO OS MATERIAIS DA ELEIÇÃO SEM A PRESENÇA DA REPRESENTANTE DA CHAPA 2.

Estas atitudes representam um verdadeiro golpe contra a decisão dos servidores, realizado por aqueles que à revelia da categoria querem se manter na direção a qualquer custo, inclusive insinuando de forma injuriosa que a CHAPA 2 teria fraudado as eleições. Como poderia a CHAPA 2 fraudar documentações das quais a comissão eleitoral indicada pela outra chapa e seus respectivos presidentes de mesa e mesários o tempo todo mantiveram o controle e a guarda?!

A chapa 1 faz uma inversão perniciosa a fim de tentar enganar os servidores. Não é a CHAPA 2 que tem de apresentar defesa de nada, mas sim quem acusa que tem de apresentar provas! E prova alguma foi anexada junto ao recurso, como deveria ter sido feito. Aliás, o recurso da chapa 1 sequer deveria ter sido aceito pela comissão eleitoral, por apresentar-se em desacordo com o Estatuto do Sindicato.

No recurso, a chapa 1 sustenta o pedido de impugnação da eleição por ela não corresponder às suas expectativas! O que poderia ser somente um lamento de derrota se transforma num golpe contra a democracia!

A QUEM INTERESSA O GOLPE?

Certamente os maiores interessados são: o PT de Chagas, o governo Marinho – que não quer uma direção independente e combativa à frente do sindicato – e a CUT, que teme perder o controle do Sindserv.

Essa direção que é eficaz em defender seus partidários no governo, refaz votações e fomenta a divisão entre os servidores até que os interesses governistas sejam atendidos. Assim como fizeram no desfecho da greve pretendem refazer eleições até que sejam vitoriosos, usando perversidades como insinuações caluniosas contra servidores da Oposição, distorções e omissões de fatos e de dados, e falsas acusações. NÃO VAMOS LEGITIMAR ESSE GOLPE!

Somente os servidores organizados e mobilizados podem fazer valer a decisão da categoria Participe do abaixo-assinado exigindo que se cumpra a decisão da eleição

 Agora é a hora de estarmos ainda mais unidos e organizados para impedir esse golpe da chapa 1 . Mais do que nunca é hora de garantir a decisão dos servidores e exigir a posse da CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA!

Esse abaixo assinado, que será passado pela Oposição Unificada nos locais de trabalho, é muito importante para ajudar a fazer valer a decisão das urnas!!! Sua participação foi fundamental para que superássemos todas as desigualdades e garantíssemos nas urnas a mudança. Este movimento deve continuar!

Imprima a folha disponível no blog da CHAPA 2 (https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com/), recolha as assinaturas em seu local de trabalho e entregue para um membro da CHAPA 2. Se precisar, entre em contato conosco: oposicaounificada.sbc@gmail.com .

QUE PREVALEÇA A DEMOCRACIA E A VONTADE DA CATEGORIA!!!