Unidade para combater sindicalismo governista e direções divisionistas!

  Ainda acredito na unidade dos servidores públicos! Profissional da educação, GCM, profissional da Saúde, da cultura, da assistência social, do quadro administrativo e técnico, do jurídico, da finanças, dos serviços urbanos… Somos todos servidores públicos e enquanto servidores públicos devemos seguir lutando unidos! A divisão das categorias só fortalece o sindicalismo pelego, que serve a interesses partidários e governistas. Reconhecer as especificidades de cada categoria e contribuir com as conquistas específicas não pode pode ocorrer em contraposição às demais categorias, sob pena de fortalecer os governos de plantão e enfraquecer os trabalhadores. Seguiremos juntos, sempre!!! É isso que significa sindicato classista! É isso que defende a chapa 2 Oposição Unificada!!!
Por um Sindserv de todos os servidores, para todos os servidores!

  Em 24 e 25 de setembro, nas eleições do Sindserv SBC vote chapa 2! 

 IMASF – outro trem da alegria à vista!!!

Do blog da Oposição Unificada.

O governo petista está preparando um projeto de lei similar ao do SBCPrev para o IMASF, com a criação de cargos comissionados com altos salários. Marinho impôs um mandato biônico prorrogando por mais um ano o mandato de uma diretoria que endividou o instituto, sumiu com a reserva técnica existente e precarizou o atendimento ao servidor. Mesmo com poucos serviços e com queda na qualidade, a diretoria impôs um aumento da contribuição de mais de 13% quando o nosso salário teve reajuste 0 !!! O projeto do governo significa acabar com as eleições diretas, ou seja, tirar o direito do funcionário escolher a diretoria do nosso instituto. A falta de democracia e transparência tem sido a marca do governo petista, da gestão do IMASF e da diretoria do sindicato.

Um sindicato de luta deve incorporar essa luta e defender a apuração imediata pelo MP das irregularidades da gestão com condenação dos responsáveis. Por isso, a Chapa 2 – Oposição Unificada defende que o IMASF seja controlado pelos servidores!

Não à intervenção!!

Eleições diretas já!!

CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA: POR UMA DIREÇÃO COM PRINCÍPIOS PARA O SINDSERV !

Ao longo dos últimos anos, o governo Marinho tem precarizado o serviço público, com o aumento das terceirizações, arrocho salarial e piora nas condições de trabalho. Arrogância, desrespeito e desconsideração de direitos dos servidores são atitudes que marcam essa administração municipal.
Frente a esse cenário é fundamental que os trabalhadores estejam cada vez mais unidos e organizados para garantir direitos e melhorar as condições de trabalho e de salário. Porém, não encontramos na atual direção do Sindicato a resposta para a dura realidade que vivemos. Ao contrário, a atual diretoria do Sindicato se mostra reticente em enfrentar os desmandos do governo petista, numa clara postura de conivência com ele. Essa mesma postura de “simpatia” que demonstra pelo governo, a atual diretoria do Sindicato não apresenta com os trabalhadores, adotando atitudes truculentas e antidemocráticas, chegando a impedir POR MEIO DO USO DA FORÇA a manifestação de opiniões diferentes.
Uma direção sindical deve ser autônoma e independente de governos e partidos, ou seja, não pode estar atrelada politicamente às administrações, deve atuar acima de tudo com base em princípios sólidos, buscando fortalecer a organização e a consciência de classe dos servidores públicos.

Assim apresentamos nossos princípios:

  1. DEFESA DA CLASSE TRABALHADORA – Desenvolver a consciência de classe e praticar a solidariedade entre os trabalhadores. Posicionar-se ao seu lado tanto nas questões da categoria quanto as que envolvem a defesa de direitos de trabalhadores de outras categorias. Em relação à categoria é fundamental que a diretoria sindical se mantenha unida aos seus anseios, lutando para a garantia e ampliação de direitos, sem deixar que interesses de grupos e segmentos se contraponham aos interesses coletivos; é escolher o lado dos trabalhadores e orientar a categoria para a unidade, e não escolher o lado do patrão nas decisões e nas defesas a serem realizadas.

  2. DEFESA DA DEMOCRACIA E RESPEITO À PLURALIDADE DE IDEIAS. O direito de participação com garantia de voz a todos, inclusive das minorias, deve pautar as relações entre os servidores. Defender a democracia numa organização sindical passa por compreender a importância das instâncias de discussão e decisão dos trabalhadores; passa por realizar de congressos, plenárias, assembleias e reuniões garantindo para o conjunto dos trabalhadores a apresentação das posições existentes, divergentes ou não, de forma a respeitar a pluralidade de ideias. A diretoria sindical obrigatoriamente deve acatar as deliberações de assembleias e congressos. Defender a democracia também significa lutar para que a classe trabalhadora tenha voz e vez dentro da sociedade e estar atento para os riscos que a democracia sofre.

  3. DEFESA DA GARANTIA E AMPLIAÇÃO DE DIREITOS. Uma organização sindical não pode abrir mão de direitos conquistados pela classe trabalhadora ou pela categoria. Para isso, deve reconhecer as conquistas históricas dos trabalhadores, não negociar direitos já conquistados (como a reposição anual das perdas salariais) e lutar para o avanço dos direitos.

  4. DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE. Posicionamento claro em defesa do serviço público de qualidade, compreendendo a importância do serviço público não só para quem trabalha (funcionalismo) mas TAMBÉM para quem utiliza (MUNÍCIPE e o próprio servidor). Defender o serviço público também é defender os direitos da classe trabalhadora que deve ter no serviço público o atendimento às suas necessidades, que garanta que os mais necessitados possam exercer o seu direito de ser sujeitos.

  5. POSICIONAMENTO CLARO EM DEFESA DOS SERVIDORES E DOS DIREITOS HUMANOS,no combate ao assédio moral, às discriminações de gênero e raça e todas as demais formas de opressão, buscando construir condições para que as relações de trabalho sejam respeitosas. Defesa das questões humanitárias que visem a evolução da humanidade, posicionando-se contra ações/projetos que signifiquem retrocessos em relação aos direitos civis e humanos.

  6. DEFESA DA AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA SINDICAL. Um sindicato classista deve ter independência de governos, partidos e empresas. Implica a não dependência econômica, seja no repasse financeiro do governo (que acontece por meio do imposto sindical), seja no atrelamento a empresas. O direito democrático de todo servidor público à filiação em partidos políticos é um princípio e, como tal, deve ser respeitado, não sendo condição nem impedimento para a livre participação na vida sindical. Contudo, o sindicato é um instrumento de representação e de organização de todos os servidores e, por isso, suas ações e lutas não podem se submeter aos interesses de governos e de partidos políticos.

  7. ACESSO LIVRE ÀS INFORMAÇÕES. Os meios de comunicação do sindicato devem ser usados para garantir o direito a todas as informações de interesse dos servidores, e não para perseguir e achincalhar trabalhadores. Deve ser plural, interativo e democrático.

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Conheça mais em: https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com

Democracia e transparência devem acontecer na prática!

O que vocês achariam se a presidente Dilma Roussef tivesse concorrido à reeleição e fosse ela mesma (ou alguém indicado por ela) a responsável por presidir e fiscalizar o processo eleitoral?

E se, antes disso, os responsáveis por receber, analisar as documentações e registrar as chapas fossem ninguém mais além dos contratados pela presidente-candidata?

Tipo futebol de um cara só: ele bate escanteio, cabeceia, faz o gol, sai para o abraço (nele mesmo), e narra o jogo em que ele é juiz e cuja regra foi definida por ele!

Pois saibam que é exatamente isso que está ocorrendo nas eleições do nosso sindicato!

Segundo o estatuto que foi alterado às escondidas pela direção atual do Sindserv, o presidente do sindicato, que concorre à reeleição, controla todo o processo eleitoral e sua chapa tem acesso privilegiado às informações!

Estes poderes absolutistas jogam lama na democracia sindical, mas os servidores públicos saberão dar uma resposta à altura, apoiando e votando na CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA.

Nada será como antes!!!

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Ps: Diante do autoritarismo praticado pela direção-candidata-à-reeleição, cabe uma paráfrase do artigo final de “Os Estatutos do Homem”, de Thiago de Mello:

Fica proibido o uso das palavras

“democracia” e “transparência”,

as quais serão suprimidas

dos boletins do sindicato

enquanto perdurar o estatuto autoritário,

e serão suprimidas do pântano enganoso

das bocas das direções autoritárias.

Democracia e transparência

devem ser algo vivo e praticado,

como um fogo ou um rio,

e sua morada deverá ser sempre

o coração dos servidores púbicos,

unidos e organizados

em um sindicato independente de partidos,

governos e centrais sindicais governistas e pelegas”.

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Visite o blog da CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA:

https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com

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Visite também o blog do Movimento Oposição Unificada:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

No tapetão não!!!

Do blog da Oposição Unificada – Chapa 2.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
NO TAPETÃO NÃO!!!

Exigimos transparência e democracia nas eleições do Sindserv Sbc para garantir condições justas e igualitárias a todas às duas chapas!

O que vcs achariam se a presidente Dilma Roussef tivesse concorrido à reeleição e fosse ela mesma (ou alguém indicado por ela) a responsável por presidir e fiscalizar o processo eleitoral?

E se, antes disso, os responsáveis por receber, deferir ou indeferir as documentações dos candidatos adversários fossem ninguém mais além dos contratados pela presidente-candidata?

Tipo futebol de um cara só …ele bate escanteio, cabeceia, faz o gol, sai para o abraço (nele mesmo), e narra o jogo em que ele é juiz e cuja regra foi definida por ele!

Pois saibam que é exatamente isso que está ocorrendo nas eleições do nosso sindicato!